“A Pfizer exigir do governo brasileiro o que ela estava exigindo realmente beira o absurdo. Não podemos deixar de dar razão ao ministro nesse entrevero com a Pfizer”, afirmou o chefe do Serviço de Clínica Médica do Hospital dos Servidores do Estado (HSE), no Rio de Janeiro.

Termo de responsabilidade

Segundo o governo, o laboratório exigiu que o “Brasil renuncie à soberania de seus ativos no exterior em benefício da Pfizer como garantia de pagamento, bem como constitua um fundo garantidor com valores depositados em uma conta no exterior”.  

Além disso, de acordo com o Ministério da Saúde, outras exigências incluem que, “havendo atraso na entrega, não haja penalização” do laboratório; e que “seja assinado um termo de responsabilidade por eventuais efeitos colaterais da vacina, isentando a Pfizer de qualquer responsabilidade civil por efeitos colaterais graves decorrentes do uso da vacina, indefinidamente”. 

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